Transtorno persiste e moradores convivem sem energia e sem água em conjunto de Araçagi

Quem se habita a resolver?

Moradores do Conjunto Novo, na cidade de Araçagi, Região Metropolitana de Guarabira, estão sofrendo há anos com uma situação nada amigável. Sem água encanada e sem energia nas casas, as pessoas persistem na busca de ajuda de políticos do município para solucionarem os fornecimentos e só fazem ouvir as palavras; “vou resolver” ou “conte comigo”. Uma ladainha que só faz aumentar a incerteza que pretendem resolver os problemas, toda a situação já ultrapassa três anos e nada é solucionado.

É necessário apontar que o erro que surgiu no início. As residências foram entregues aos moradores sem o conjunto sequer estar concluído, faltando esgotamento, pavimentação, encanação de água e energia elétricas nas casas. Para completar, um cidadão bastante conhecido no município, e detentor de uma propriedade próximo a localidade, optou em doar alguns terrenos, possibilitando a construção de novas moradias. Os vereadores e o prefeito a época permitiram as construções sem implantar melhorias administrativa no local.

Existem moradores que desde 2015 buscam ajuda para solucionar o problema. A Prefeitura e Câmara de Vereadores foram procurados, e nada é solucionado.

Segundo a moradora Maria José Benício, ao procurar a Energisa, a empresa diz que só realizará o serviço se a Prefeitura instalar postes na localidade. Enquanto a Prefeitura alega que a responsabilidade é da companhia. Já a Cagepa apenas protocola os ofícios que chegam cobrando a instalação de água na localidade, o último pedido protocolado foi um oficio do vice-prefeito Melqui Gomes (PSDB) que cobrou uma vistoria técnica da empresa.

Até onde persistirá o apelo dos moradores para que seja solucionado os problemas existentes na localidade, tendo em vista que exite onze vereadores em Araçagi, o prefeito e vice-prefeito, além de deputados que foram votados na cidade,certamente permitirão que esse transtorno permaneça por mais alguns anos? Torna-se necessário focarem na solução. São mais de 80 moradias e a precariedade é enorme.

Foto da internet do Conjunto Novo.