Na busca pelo poder; oposição esquece punição do TCE contra ex-prefeita de Alagoinha

Obras, atenção e a disponibilidade da gestão municipal de Alagoinha tornou-se a referência de uma sequência administrativa que gera resultados positivos. O bastão repassado por Jeová a Maria tem gerado saldos surpreendentes, a comprovação é, que recentemente o município adquiriu o selo Prefeitura Parceira das Mulheres através de um trabalho desenvolvido em conjunto. Perfuração de poços, construção da adutora e escolas, além das entregas de residências tem impactado as pessoas na cidade de Alagoinha.

Preocupados, o bloco de oposição de Alagoinha anda bastante distante dos embates políticos do município, ressaltando que estão rendidos diante da atuação da prefeita Maria de Zé Roberto (PSDB). Apenas criticam por criticarem e aproveitam as pequenas oportunidades que surgem, para ressurgirem num simples cenário eleitoral que se aproxima. O reconhecimento dos serviços disponibilizados pela gestão de Maria, são as várias adesões políticas que a gestora recebeu nos últimos dias e meses.

Setores da oposição do município sem assunto algum para contestar a gestão de Maria, aguardaram por meses a avaliação do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) sobre a prestação de contas do ex-prefeito Jeová José (MDB), período de 2018. Na ocasião, o TCE-PB orientou pela reprovação, alegando que não ocorreu o recolhimento das contribuições previdenciárias, além da falta de repasse dos descontos (previdenciários) entorno dos salários dos servidores municipais.

Diante da medida do TCE-PB, a prefeita Maria de Zé Roberto (PSDB) responde pela recomendação do órgão. Por infelicidade do destino, os líderes da oposição esqueceram de informar aos aliados que cabe aos acusados se defenderem, ou seja, não foi uma condenação final. O TCE-PB irá avaliar as respostas que serão apresentadas pela defesa da gestão municipal, após isso o órgão irá definir se existe a condenação ou a absolvição (inocência) do processo.

A oposição pretende deixar passar despercebido que a líder do grupo, a ex-prefeita Alcione Beltrão, cometeu uma infração e sofreu uma pena do próprio Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). O órgão julgou irregular as despesas da obra de construção da Quadra Poliesportiva da Escola Municipal Antônio Jacó, no Sítio Jacaré, época que Alcione administrava Alagoinha.

Naquele período o TCE-PB imputou a Alcione Beltrão um débito de R$ 66.653,92 (sessenta e seis mil, seiscentos e cinquenta e três reais e noventa e dois centavos), além de aplicar uma multa de R$ 5 mil a ex-gestora. Por incrível que pareça, essa denúncia foi realizada por Davi Cassimiro, atual aliado de Alcione, inclusive, candidato a prefeito derrotado em 2016 com o apoio de Alcione.

O TCE é um órgão fiscalizador e todos os gestores e ex-gestores correm o risco de serem chamados a atenção pelo colegiado de conselheiros da corte. Criticar por criticar é a função ideológica estabelecida para os envolvidos nas discussões políticas suprapartidária. Alagoinha não foge deste aspecto discursivo de pessoas que procuram a sobrevivência política, a alternativa é focar numa crítica para multiplicar o principal objetivo do grupo, a busca pelo poder.

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