Congresso discute possível adiamento das eleições por conta do novo coronavírus

O COVID-19, o novo coronavírus segue promovendo vítimas pelo o mundo. No Brasil já foram registradas, até o momento desta publicação, sete mortes provocada pela doença. São várias medidas apresentadas pelo Governo Federal, como também por instituições do judiciários e religiosas. Aumenta a discussão de políticos para que ocorra o adiamento do pleito eleitoral, previsto para acontecer no mês de outubro.

As eleições, de fato, serão afetadas com o vírus que se espalha rapidamente pelo país. O Ministério da Saúde estima que ocorra o aumento de casos no Brasil entre os meses de abril e junho. Para o órgão, a instabilidade do avanço do vírus no país só ocorreria a partir de julho, o que aumenta a preocupação dos líderes partidários no Congresso Nacional.

O ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (saúde), traçou um cenário que irá gerar impactos estratosféricos no decorrer das eleições, previstas para iniciar no dia 16 de agosto. Os líderes partidários procuraram alternativas jurídicas, entorno do pleito. Vale ressaltar a aproximação dos eventos, a exemplo das convenções partidárias serem inviabilizadas com a proliferação do vírus.

Na Paraíba o deputado estadual Cabo Gilberto (PSL) cobrou a união da classe política e solicitou que a discussão político-partidária seja colocada de lado. O parlamentar cobrou que os recursos do Fundo Partidário sejam utilizados no combate ao novo coronavírus.

Nas regiões do Brejo e Agreste paraibano começam a surgir casos suspeitos de contraírem o vírus (COVID-19), o que aumenta a preocupação das autoridades. O andamento ou a interrupção das eleições caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir, contudo, o movimento começa a ganhar força no país.

Os gestores mudaram a visão e passaram a criar medidas que previnam a sua população e alegam que é preciso manter as ações administrativas nos municípios. Já imaginou a continuidade dos trabalhos sem a dependência da base (vereadores), ou sem a preocupação de reeleição nos municípios? É possível isso acontecer, claro, o debate se estenderá no Congresso Nacional.

Imaginou os políticos sem mandados que buscam conquistar votos, principalmente aqueles que só aparecerem nessa época do ano. Será que eles terão bastante gás para permanecer visitando, durante anos, as feiras das cidades que pretende disputar?

Os líderes defendem uma unificação das eleições em 2020, com isso, os atuais prefeitos ganhariam mais dois anos de mandatos.

É interessante se acostumarmos com essa ideia, porque a discussão chega ao Congresso e envolve medidas que evitem a proliferação do novo coronavírus no país.

A discussão é baseada nas decisões impostas pelas autoridades de saúde que impedem a aglomeração de pessoas, além do contato entre os cidadãos.

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