Confira artigo de José Lourenço ao aceitar convite para assumir consultoria da pré-campanha de Célio Alves

Porque decidi aceitar fazer a campanha do Pré Candidato a deputado Célio Alves?

Muitos, lamentavelmente e de forma unilateral, sem conhecimento de causa, irão já dizer: Porque ele paga.

Mas os que me conhecem, sabem que não sou mercenário. Sou movido a amor, causas nobres e justas. Sendo que na política, só represento quem acredito e quem quero!

Célio, um homem simples sem ser simplório.

Célio, um homem despido de vaidade, gente da nossa gente e que tem na sua voz a voz de muitos que nunca tiveram ou terão voz.

Célio, um homem que nasceu em Mari, que cedo conheceu as agruras do Nordeste, as agruras da vida.

Que já passou por aqui, por ali e por acolá. Célio, é da Paraíba que tanto ama, sem local certo. Fixou residência em Guarabira, mas é um nômada com morada fiscal.

Célio, cedo percebeu e teve que entender, que a vida não era fácil. Com 13 anos,  vendia picolés na rua, este, sabe o que é trabalhar. Não tinha cargo fantasma, o lugar dele era a vender picolés onde calhava. Aqui, ali e acolá.

Estudou, fez-se homem, aproveitou as faculdades cognitivas, como a inteligência e a voz.

Tirou o seu curso, o primeiro da sua humilde família a ir para a universidade, o primeiro a ser formado.

Mas a família deu-lhe muito mais que uma formatura, deu-lhe valores, que fazem dele um homem íntegro, honesto, coerente e competente. Sem medo dos oligarcas e sempre disposto a enfrentar os capitães donatários e os coronéis que lhe foram aparecendo pela vida.

Chegou a Secretário Executivo de Comunicação do Estado da Paraíba e a Presidente do PSB, de Guarabira. Onde, mais uma vez demonstrou competência, lealdade e que era e é um profissional exemplar.

Nunca se passeou nos areópagos da fama, nem foi protegido pelo poder político. Sempre humilde, como aquele moço que vendia picolés.

Um servidor por vocação, um inconformado por natureza. Um homem, que hoje é jornalista, radialista e jurista. Mas continua com o coração do menino que vendia picolés.

Não aceita, Senhores feudais, ele sabe que a Paraíba é de todos e não só de alguns.

Em conversa informal, diz-me o Célio: “Lourenço, não quero que os jovens da minha área, brejo paraibano, tenham de sair daqui como eu tive, na procura de um trabalho, de um sonho, de um destino, à sorte e por vezes sem sorte.  Tenho de fazer algo. Vou ser Pré Candidato a Deputado. Vou mudar a velha política, do abraço, da palmadinha nas costas, vou enfrentar homens poderosos e com dinheiro, eu só tenho a minha/nossa voz, inteligência e muita vontade de mudança.”

Este, é o Célio, jurista, radialista, jornalista, vendedor de picolés, aquele mesmo Célio, que mora aqui, ali e acolá.

Sei que já todos, até os mentecaptos, já entenderam porquê estou do lado de Célio. Porque acredito nele e quero fazer história com ele.

Já me alonguei em demasia no texto. Eu sou o Lourenço, que nem sou daqui, nem dali, nem dacolá. Sou do mundo. A minha pátria, é onde estou e onde me querem. Sou um paraibano com uma nacionalidade diferente.

Uma coisa é certa, vamos estar na luta. Nas ruas, no meio do povo que é povo como nós, jantaremos na rua, comeremos à mão, sentaremos no chão. Somos gente da nossa gente.

Depois de lerem um pouco do Célio, talvez, já entendam porque Célio merece a vossa confiança.

Queremos muitos vendedores de picolés ao nosso lado, vendedores de tudo, agricultores, serventes, domesticas, empregados, desempregados, jovens, velhos, meia idade, médicos, advogados, analfabetos. Todos seremos um só e Célio será a voz de todos.

Não sou eu que sou baixo, o Célio é que é alto! Deve ter sido dos picolés!

José Lourenço

Blog do Galdino/Assessoria