Célio se diz surpreso com dissolução do PSB e esquece que defendeu Ricardo no comando do partido

A série teatral da política que envolve uma “liderança política” de Guarabira avança com novas cenas de sobrevivência. A peça é coordenada pelo secretário executivo do Orçamento Democrático Estadual, Célio Alves (PSB), e envolve os personagens do ex-governador Ricardo Coutinho e o atual governador, João Azevêdo (sem partido). Em cartaz, o público pode acompanhar a história de fidelidade preenchida pela trama de traição.

Neste capítulo vamos avaliar a cena orquestrada por Célio, que revelou nesta quarta-feira (11) durante entrevista à Rádio Cultura FM, que foi surpreendido com a dissolução do PSB. “Na dissolução do partido eu não fui consultado, fui surpreendido, como João foi e Edvaldo foi”, argumentou Célio.

Naquela ocasião, o mesmo Célio Alves que se diz surpreso, defendeu a época Ricardo Coutinho no comando do partido e expressou várias qualidades do ex-chefe como justificativa para comandar o PSB na Paraíba. Vamos relembrar, assista abaixo.

Outra cena apresentada por Célio, diz respeito ao conteúdo publicado pelo Blog do Galdino, onde revelou que o secretário do ODE segue recebendo orientações de Ricardo Coutinho. Recentemente, Célio revelou em áudio que tem uma relação de amizade com o ex-governador.

Na entrevista desta quarta (11), o mariense contou que não mantém contato pessoalmente com Ricardo, desde que deixou o cargo de governador. Vale ressaltar que Célio não explicou detalhadamente, ou seja, ainda pode está conversando com o mago por mensagens via WhatsApp ou ligações telefônicas.

“Eu não converso com Ricardo Coutinho pessoalmente desde que ele deixou o cargo de governador”, disse Célio.

Colocando um ponto final na cena de traição e iniciando a série de fidelidade à João, Célio declarou que não deve nada a Ricardo, contudo, voltou a externar respeito ao mago.

“Ricardo Coutinho não me deve nada, nem eu devo nada a ele. Há não ser muito respeito. Eu sou amigo de João”, revelou.

Blog do Galdino