Albergado é preso no interior de Fórum acusado de assassinato em Cuitegi

Éder confessou que assassinou Adriano por sofrer ameaças (Foto: Reprodução/Nordeste 1).

Um albergado de 36 anos acusado de assassinar Adriano França dos Santos no último domingo (16) em Cuitegi, foi preso por um policial militar no interior do Fórum na cidade de Pilões, há 20 km de Guarabira, Agreste paraibano. O PM tinha conhecimento do envolvimento do acusado no crime. A prisão aconteceu nesta segunda-feira (17) e levado para a Central de Polícia em Guarabira.

Identificado como Ednaldo dos Santos, vulgo Éder, 36 anos de idade confessou a autoria do crime, afirmando que sofria ameaças da vítima. O preso contou que a morte é relacionada à história do assassinato de um primo no Rio de Janeiro, segundo ele, Adriano (vítima) sempre tocava no assunto.

Ednaldo disse que a vítima se dirigiu algumas vezes a sua residência embriagado no sítio Palmeiras, zona rural de Cuitegi. O preso declarou que na época do assassinato do seu primo, ele era apenas uma criança.

“Foi morto um primo meu no Rio de Janeiro, eu não sei da história direito porque eu era criança nesse tempo. Ele (Adriano) quando bebia ia até a minha casa, eu dizia rapaz eu não tenho nada haver com isso, eu nem sei dessa história direito, se você ficar falando besteira por ai será pior para você. Eu matei por que estava sendo ameaçado de morte”, disse Ednaldo dos Santos.

O agente do Grupo Tático Especial da Polícia Civil, Pereira, contou detalhes da prisão, afirmando que o objetivo da Polícia é retirar os criminosos de circulação. Para Pereira, é importante a união entre as forças de segurança do Brejo.

“Chegou à informação ao GTE e a Guarnição do Comando que o acusado seria um presidiário do regime semiaberto. Tivermos a informação que após o crime ele fugiu para o Sítio Veneza, Zona Rural de Pilões. O sargento Zezito visualizou o elemento na porta do Fórum, orientamos que realizasse a prisão. O acusado alegou que assassinou a vítima por que Adriana teria o ameaçado. O nosso objetivo é retirar de circulação esses elementos. Essa união de forças das instituições policiais é muito importante para a segurança de todos”, disse o Agente Pereira.

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