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Opinião

O terrorismo verbal que atacou cidadãos em pleno o período democrático

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Canafístula, Distrito de Alagoa Grande, palco principal deste conto.

Um temperamento explosivo e desproporcional que acabou atacando autoridades e cidadãos, sem imaginar o tamanho da ferida causada com sua onda de ignorância intelectual. Assim as pessoas foram tomando conhecimento e identificando o perfil autoritário e ditatorial, de um ser que pretende ocupar um cargo público.

Canafístula de Alagoa Grande é um povoado inspirador, com pessoas inteligentes e capazes de produzir projetos surpreendentes. Contudo, se tornou palco de um verdadeiro show pirotécnico. O autor não mediu as palavras e desrespeitou a todos ao utilizar um discurso de ódio.

Políticos com o mandato, secretários e servidores em pleno exercício de sua função sendo massacrados. A sociedade se tornou a vítima de ataques antidemocráticos, que indiretamente virou o principal objeto da onda do vandalismo verbal.  O cidadão ficou desnorteado com o bombardeio de ofensas e palavras desprovidas, proferidas por alguém completamente despreparado para se tornar um líder.

É notório que a melhor resposta seja o silêncio, contudo, num caso de deselegância intelectual torna-se fundamental expressar um posicionamento democrático. É assustador a disposição raivosa de continuar avançando e principalmente, colocando em risco pessoas que ocupam funções governamentais e acabam participando inocentemente de um massacre direcionado a alguém que lhe conferiu a confiança.

O caminho escolhido pelo autor do vandalismo ‘antiliterário’ é encontrar o mais fraco que aceite suas agressões verbais. O terrorista se vangloria de suas atitudes desleais diante de pessoas capazes de alcançar um futuro de igualdade perante a democracia. A raiva, o ódio e a maldade, serão abatidos pelo respeito, o amor e o carinho ao próximo.

O tempo será responsável para aplicar a dose de remédio na medida em que for surgindo os ferimentos causados pelo posicionamento desleal, principalmente, com os que lhe dedicaram à confiança. Que vistam a carapuça.

Raelson Galdino