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Flamengo desfilará em carro aberto pelo Centro do Rio

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Flamengo é bicampeão da Libertadores da América — Foto: AP Photo/Fernando Vergara

Depois da festa que atravessou a noite, os torcedores cariocas vão receber, na manhã deste domingo (24), os jogadores do Flamengo que trazem para casa a taça de campeão da Libertadores da América de 2019.

O voo com a equipe que venceu o River Plate por 2 a 1 atrasou para decolar de Lima, no Peru, e segundo o site da companhia aérea, deve chegar com uma hora de atraso ao Rio de Janeiro. A nova previsão de desembarque é 10h30.

Antes de embarcar, os jogadores e o técnico Jorge Jesus pararam para tirar fotos com a torcida ainda na frente do hotel em que estavam hospedados.

Após chegar ao Rio, a equipe vai desfilar pela Avenida Presidente Vargas para comemorar a vitória com a nação rubro-negra Para evitar tumulto, a Polícia Militar pede que a torcida não vá ao aeroporto e aguarde os ídolos na região da Presidente Vargas.

“A Polícia Militar pede que todos os torcedores evitem a região do Aeroporto do Galeão. Não deixaremos nenhum tipo de manifestação que atrapalhe a saída do aeroporto”, afirmou o coronel Mauro Fliess, porta-voz da PM.

O próprio Flamengo recomenda que a torcida não vá para o Galeão, pois o desembarque será pelo Terminal de Cargas. O policiamento será reforçado no local.

Os jogadores irão de ônibus para a Candelária, no Centro do Rio, onde começará o desfile dos campeões. O percurso será em carro aberto da igreja até o monumento Zumbi dos Palmares, pela Avenida Presidente Vargas.

De acordo com a polícia, um forte esquema de segurança foi montado. “É semelhante a um megabloco de carnaval. Não haverá festa no Maracanã”, disse Fliess.

Mesmo debaixo de chuva, uma onda vermelha e preta tomou a cidade depois do Flamengo vencer o River Plate por 2 a 1 em uma virada aos 47 minutos do 2º tempo.

A festa continuou noite adentro perto do Maracanã, onde parte da torcida se reuniu para assistir ao jogo que aconteceu em Lima, no Peru. Praças, bares e ruas do Rio também foram tomados.

Blog do Galdino/G1